Política de Privacidade

Versão 2026-08-05.v17 · vigente desde 5 de agosto de 2026.
Esta versão é registrada junto ao seu consentimento. Se o texto mudar, a versão muda junto e pedimos um novo consentimento.

Em resumo, o que esta versão diz: pedimos apenas o primeiro nome; o e-mail passou a ser obrigatório, e serve para avisar você quando alguém entra pela sua rede — você pode desligar esse aviso; o CEP preenche cidade, bairro e estado e não é guardado; você entra com Google, com Apple ou com link por e-mail — não usamos senha e não enviamos SMS. O celular é pedido, mas não é verificado por código. Para entregar o aviso, seu e-mail e primeiro nome passam por servidor fora do Brasil — nunca a candidatura que você apoia (item 8). Medimos audiência com o Google Analytics, sem enviar quem você é nem quem você apoia, e você pode desligar isso (item 13). Seu telefone só chega a outra pessoa nas duas hipóteses opcionais do item 7 — a campanha que você apoia, e quem está acima de você na rede. Novidade desta versão: a página inicial, aberta a qualquer visitante, passou a mostrar duas coisas — a classificação de quem mais mobilizou, com primeiro nome, estado e tamanho da rede, e um mapa com quantidades por estado, cidade e bairro. O mapa nunca liga um nome a um lugar e nunca mostra candidatura. Você pode sair da classificação quando quiser, e sair dela tira você também da contagem de cidade e de bairro (item 6).

1. O ponto de partida

Sua opinião política é dado pessoal sensível pela LGPD (art. 5º, II). Isso muda tudo no desenho desta plataforma: não existe "legítimo interesse" que autorize tratá-la. A única base legal possível é o seu consentimento específico e destacado (art. 11, I). É por isso que o cadastro pede autorizações separadas em vez de uma caixa só — duas obrigatórias, para existir base legal, e duas opcionais, que você pode recusar sem perder nada do produto.

2. Quem trata seus dados

Controlador: Christopher Williams Mayer Apoio Administrativo LTDA — ME, CNPJ 24.392.675/0001-91, com sede em Porto Alegre/RS.
Encarregado pelo tratamento de dados pessoais (DPO): encarregado@apoio.digital.

3. O que coletamos

DadoPor queBase legal
Telefone celular (informado por você, sem verificação por código) Garantir uma conta por número e ser o contato que você pode autorizar a compartilhar — com a campanha ou com a sua rede (item 7) Consentimento (art. 7º, I)
Primeiro nome, apenas Identificar você na plataforma e para as pessoas da sua rede. Não pedimos sobrenome Consentimento (art. 7º, I)
E-mail Recuperar seu acesso e avisar você quando alguém entra pela sua rede — aviso que você pode desligar em Privacidade e meus dados. Não usamos para envio de conteúdo eleitoral e não repassamos a campanhas Consentimento (art. 7º, I)
Identificador do aparelho para notificações, se você ligar o aviso no celular Endereçar a notificação de "alguém entrou pela sua rede" ao seu aparelho. É um código gerado pelo próprio navegador, que não carrega seu nome nem seu telefone e não identifica você fora daqui. Some quando você desliga o aviso em Privacidade e meus dados Consentimento (art. 7º, I)
Cidade, bairro e UF Montar classificações regionais e a distribuição geográfica agregada Consentimento (art. 7º, I)
Ano de nascimento e faixa eleitoral Cumprir a idade mínima de 16 anos e dar o tratamento adequado a adolescentes Cumprimento de obrigação legal (art. 7º, II)
Candidaturas que você apoia (opinião política) É o núcleo do produto: sem isso não há rede nem apoio declarado Consentimento específico para dado sensível (art. 11, I)
Quem convidou você e quem você convidou Construir a rede e calcular quantas pessoas você mobilizou Consentimento (art. 7º, I)
Impressão criptográfica do endereço IP e identificação do navegador Detectar fraude em cadastros. Guardamos apenas o resultado de um cálculo irreversível, nunca o IP em si Legítimo interesse em segurança (art. 7º, IX)
Registro dos seus consentimentos Provar, se questionado, que você autorizou e quando Cumprimento de obrigação legal (art. 7º, II)

Dois dados são usados e descartados na hora, sem nunca serem gravados:

4. Entrar com Google, Apple ou e-mail

Você escolhe como entrar: conta Google, conta Apple ou link enviado ao seu e-mail. Nos três casos, não enviamos SMS e não usamos senha. O celular é pedido uma vez, dentro do cadastro, e serve para duas coisas: garantir uma conta por número — se ele já estiver cadastrado, o novo cadastro não conclui — e ser o contato que você pode, opcionalmente, autorizar a compartilhar com a campanha que apoia (item 7).

Não confirmamos o número por código. É informação que você declara, e a plataforma não verifica se o celular é mesmo seu. Dizemos isso com todas as letras porque a classificação depende disso: ela mostra apoiadores que se cadastraram, não identidades verificadas.

O que recebemos do Google

Apenas nome e endereço de e-mail, e só para preencher o cadastro — você pode alterar os dois antes de concluir. Nada além disso.

O que o Google fica sabendo

Que você entrou em um serviço chamado apoio.digital, e a data em que isso aconteceu. O Google não recebe de nós quais candidaturas você apoia, quem convidou você, quem você convidou, nem qualquer dado da sua rede. O tratamento que ele dá a esse registro é regido pela política de privacidade dele, não por esta.

Se preferir não associar sua conta Google a esta plataforma, entre pelo link por e-mail — o resultado dentro do produto é exatamente o mesmo, e o Google deixa de saber que você entrou aqui. O que continua existindo, nos dois casos, é o servidor que entrega a mensagem até a sua caixa: nenhum e-mail chega a lugar nenhum sem passar por um. Quem são eles está no item 8.

O que recebemos da Apple

O mesmo que do Google, e menos ainda se você quiser: nome e endereço de e-mail, só para preencher o cadastro, alteráveis antes de concluir.

O que a Apple fica sabendo

Que você entrou em um serviço chamado apoio.digital, e a data em que isso aconteceu. A Apple não recebe de nós quais candidaturas você apoia, quem convidou você, quem você convidou, nem qualquer dado da sua rede. O tratamento que ela dá a esse registro é regido pela política de privacidade dela, não por esta.

Entrar com e-mail

Não usamos senha. Você informa seu e-mail, recebe um link de acesso e toca nele — o mesmo link serve para entrar e para se cadastrar. Nesse caso ele é, além do resto, a sua credencial de entrada.

O link vale por tempo limitado e para um acesso só. Não criamos, não pedimos e não guardamos senha nenhuma — inclusive porque senha é o dado que mais vaza, e a que você usaria aqui provavelmente seria a mesma de outro serviço.

5. O que não fazemos

6. O que outras pessoas enxergam de você

Apenas seu primeiro nome, sua UF e o tamanho da sua rede. Nunca seu e-mail, nunca seu endereço ou bairro, e nunca as candidaturas que você apoia. Seu telefone não aparece em lista, tela ou exportação — a única forma de ele chegar a outra pessoa é a do item 7, e depende de você autorizar.

Uma parte disso é pública, e não só para quem tem conta. A página inicial de apoio.digital mostra a classificação de quem mais mobilizou, com exatamente os mesmos três dados: primeiro nome, estado e tamanho da rede. Ela é visível a qualquer visitante e pode ser lida por buscadores. O que não aparece nessa lista: seu telefone, seu e-mail, seu endereço, sua cidade, seu bairro e as candidaturas que você apoia.

A mesma página tem um mapa, e ele desce até o bairro. O mapa mostra quantidades por lugar — quantos apoiadores em cada estado, em cada cidade e em cada bairro. São números agregados: o mapa nunca diz quem é ninguém, nunca liga um nome a um lugar e nunca mostra candidatura.

Precisamos ser francos sobre o limite disso. Em um lugar com muita gente, um número não aponta para pessoa alguma. Em um bairro onde há um apoiador, quem cruzar o mapa com a lista de nomes do estado pode reduzir bastante as possibilidades. É por isso que existe a saída do parágrafo seguinte, e é por isso que ela desliga as duas coisas de uma vez.

Só entra nessa lista quem já trouxe pelo menos uma pessoa para a rede — e você pode sair dela quando quiser, em Privacidade e meus dados, sem perder nada: sua rede, seus marcos e sua posição dentro do aplicativo continuam iguais. Sair vale a partir do cálculo seguinte, que acontece a cada 15 minutos.

Quem sai da lista também deixa de ser contado no mapa por cidade e por bairro. As duas coisas andam juntas de propósito: separá-las deixaria de pé justamente o cruzamento descrito acima. Você continua somando no total do seu estado, que é um número grande demais para apontar para alguém.

Como não pedimos sobrenome, não existe sobrenome a vazar: mesmo quem tiver acesso à lista de apoiadores não consegue identificar você a partir dela.

7. As duas vezes em que seu telefone pode sair daqui

São duas, são opcionais, são separadas e nenhuma delas vem pré-marcada. Você pode aceitar uma, as duas ou nenhuma, e o cadastro funciona igual nos quatro casos. Fora destas duas hipóteses, seu telefone não sai da plataforma para pessoa nenhuma.

7.1. Compartilhar meu contato com a campanha

Se você marcar, seu nome e telefone ficam disponíveis para a campanha da candidatura que você apoia, para que o comitê possa entrar em contato.

Esse compartilhamento é gratuito e parte de você — pessoa natural — para a campanha, o que é o que a legislação eleitoral admite. A plataforma não intermedeia venda nem recebe por isso.

Você pode desfazer a qualquer momento, em Privacidade e meus dados, sem custo e sem justificativa (art. 8º, §5º). A revogação remove você da lista do comitê imediatamente. Contatos que a campanha já tenha feito, ou dados que ela já tenha copiado para os sistemas dela, passam a ser responsabilidade dela — nesse ponto, o controlador é o comitê.

7.2. Deixar que a minha rede fale comigo

A plataforma organiza uma rede de convites: você entrou por alguém, e essa pessoa entrou por outra. Se você marcar esta autorização, quem está acima de você nessa cadeia pode abrir uma conversa de WhatsApp com você pelo aplicativo.

Isso inclui gente que você não convidou e talvez não conheça — quem convidou quem te convidou, e assim por diante. Está escrito aqui porque é exatamente a parte que surpreenderia depois.

Como funciona, na prática:

Você pode desfazer a qualquer momento, na mesma tela de Privacidade e meus dados. Desmarcar vale imediatamente: da próxima vez que alguém tocar no seu ponto, o aplicativo dessa pessoa abre o WhatsApp sem o seu número, e ela só te encontra se já tiver seu contato na agenda do próprio celular. As conversas que já tinham sido abertas continuam existindo no aparelho dela — isso a plataforma não alcança, e seria desonesto prometer que alcança.

8. Onde seus dados ficam

Em servidores do Google Cloud na região southamerica-east1, em São Paulo, Brasil. É lá que fica o seu cadastro: nome, celular, e-mail, cidade, rede e candidaturas apoiadas.

Três coisas saem do Brasil, e as três estão listadas aqui. Nenhuma delas carrega quais candidaturas você apoia.

As três ocorrem ao amparo das cláusulas contratuais padrão dos respectivos fornecedores, na forma do art. 33, II, da LGPD.

9. Por quanto tempo

10. Seus direitos

Pela LGPD (art. 18), você pode a qualquer momento:

Acesso, correção, revogação e eliminação estão disponíveis na própria plataforma, em Privacidade e meus dados. Para os demais, fale com o Encarregado (item 2). Respondemos em até 15 dias.

As candidaturas que você apoia são o dado mais sensível que guardamos, e por isso têm caminho próprio: em Rever meu apoio, no seu painel, você troca ou desmarca candidatura por candidatura; em Privacidade e meus dados, você retira todas de uma vez. O que sai é apagado, não guardado como histórico. Sua rede e seus convites não mudam com isso — quem você convidou continua sendo quem você convidou, independentemente de quem você apoia.

11. Como a exclusão funciona de verdade

Ao excluir sua conta, são eliminados: seu primeiro nome, telefone, e-mail, cidade, bairro, UF, ano de nascimento, as candidaturas que você declarou apoiar, seu código de convite (o link para de funcionar na hora) e sua conta de autenticação.

Permanece um nó anônimo na estrutura da rede, sem nada que identifique você. A razão é concreta: as pessoas que você convidou têm a sua posição registrada na cadeia delas. Apagar o registro bruto quebraria a rede de todas elas e faria a contagem de terceiros deixar de fechar. O que sobra é informação sobre a rede, não sobre você.

Permanece também o registro dos seus consentimentos, que é o documento que comprova que o tratamento foi regular enquanto durou.

12. Segurança

O acesso exige conta autenticada pelo Google, pela Apple ou por link enviado ao seu e-mail. Cada pessoa só consegue ler o próprio cadastro; a leitura de dados de terceiros é bloqueada na camada de banco, não apenas na tela. Contadores de rede e registros de consentimento não podem ser escritos pelo navegador. O endereço IP é guardado apenas como resultado de um cálculo irreversível.

13. Armazenamento no seu navegador e medição de audiência

Guardamos o código do convite que trouxe você até aqui (para creditar quem convidou), o token da sua sessão autenticada e a sua escolha sobre a medição descrita a seguir.

13.1 Google Analytics — medição de audiência

Usamos o Google Analytics para contar quantas pessoas passam por cada tela. Ele grava um identificador do navegador — é o que permite saber que uma mesma visita começou na página inicial e terminou no cadastro.

O que é enviado: a etapa do cadastro alcançada, a sua UF, o cargo da tela em que você estava, o canal escolhido para enviar um convite e se o convite citava alguma candidatura.

O que nunca é enviado ao Google Analytics: seu nome, telefone, e-mail, cidade, bairro, seu código de convite e — principalmente — quais candidaturas você apoia. Sua opinião política não vai para o Google. Isso não depende de cuidado de quem escreve o programa: o código carrega uma lista fechada do que pode subir e descarta o registro inteiro se algo fora dela aparecer.

Os recursos de publicidade do Google Analytics ficam desligados (Google Signals e personalização de anúncios).

A base legal aqui é o legítimo interesse (art. 7º, IX), e não o consentimento — por isso a medição vem ligada e você pode desligá-la quando quiser, em Privacidade e meus dados. Desligar impede o carregamento, não apenas o envio: nada é baixado, nada é gravado no seu navegador.

13.2 Pixel de anúncio da OpenAI

Desde 08/08/2026 o site também carrega o pixel do gerenciador de anúncios da OpenAI. Ele existe para uma finalidade só: saber se quem viu um anúncio nosso chegou até aqui e concluiu o cadastro. Isso é publicidade, não medição de audiência — e a diferença muda o que a gente te deve contar, por isso ele tem seção própria.

O pixel grava um identificador no seu navegador e envia à OpenAI, a cada página aberta, o endereço da página, o endereço da página anterior e informações padrão da sua conexão. Ao final do cadastro ele envia também um aviso de “cadastro concluído”, sem nenhum dado seu junto.

O endereço das páginas de convite contém o código de quem convidou você, e esse código identifica uma pessoa. Por isso ele é retirado do endereço antes de o pixel ser carregado — não depois: o pixel lê a barra de endereço assim que sobe, e limpar em seguida chegaria tarde. O convite continua funcionando porque o código passa a ser guardado no seu próprio navegador, onde só a plataforma o lê.

O que o pixel não recebe: seu nome, telefone, e-mail, cidade, bairro, o código de convite e quais candidaturas você apoia. Sua opinião política não sai da plataforma por esta via.

A OpenAI trata esses dados como controladora própria, sob a política dela, e pode usá-los para mensurar e direcionar anúncios. O tratamento pode envolver transferência internacional (art. 33 da LGPD).

Como recusar: o interruptor de Privacidade e meus dados governa a medição da seção 13.1 e não desliga este pixel — dizer o contrário seria mentira. Hoje o caminho para bloqueá-lo é do seu lado: bloqueador de rastreadores, extensão de privacidade ou bloqueio de cookies de terceiros no navegador. Um controle nosso para isso é trabalho pendente.

14. Adolescentes

O cadastro é bloqueado para menores de 16 anos. Entre 16 e 18, o tratamento observa o melhor interesse do titular, na forma do art. 14 da LGPD.

15. Mudanças nesta política

Se este texto mudar, a versão indicada no topo muda junto e pediremos um novo consentimento. Não estendemos consentimento antigo a texto novo.

16. Reclamação

Você pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) em gov.br/anpd.

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